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Creme de legumes com frango

xícaras de água ½ xícara de alho-poró picado ½ xícaras de cenoura cortada em rodelas ½ peito de frango sem pele nem osso 2 colheres (sopa) de leite   Lave bem os legumes, corte a cenoura em rodelas e pique bem o alho-poró. Coloque na água e deixe cozinhar por cerca de 1 hora, adicionando o frango cortado em pedaços pequenos nos vinte minutos finais do cozimento. Deixe o líquido amornar e passe tudo em uma peneira bem grossa. Junte o leite ao creme, misture e sirva em seguida.

Purê de cenoura

1 cenoura média Sal 1 colher (café) de margarina (opcional) 1 colher (sobremesa) rasa de maisena   Raspe a cenoura e pique-a em pedações. Coloque numa panelinha com ½ litro de água e uma pitada de sal e deixe cozinhar até que o legume fique macio. Então escorra (reserve a água restante) e passe pela peneira. Em seguida, junte a água do cozimento reservada, a margarina (se for usa-la) e a maisena e misture bem. Leve de volta ao fogo brando e cozinhe, mexendo sempre, até que o purê comece a engrossar. Tire do fogo e deixe esfriar antes de oferecer ao bebê.   DICA: Esta receita é básica para o preparo de qualquer purê de legumes.

A importância da vitamina D nos primeiros anos de vida

Popularmente chamada de vitamina do sol, a vitamina D é conhecida por ser essencial à preservação óssea e ao metabolismo do cálcio. No entanto, seus benefícios se estendem para outras partes do corpo. Ela atua no sistema imunológico, tem relação com o tecido adiposo e também com o desenvolvimento muscular e cerebral das crianças. Ela pode ser obtida por meio de alimentos como ovos e peixes, como o salmão, atum e sardinha; porém, para que seja, de fato, sintetizada e ativada pelo organismo, a criança precisa da exposição solar, nos horários indicados como mais seguros – antes das 10hs e após às 16hs, quando os raios UVA e UVB apresentam menor intensidade. A Dra. Fernanda Luisa Ceragioli Oliveira, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), alerta para os riscos que a falta da substância pode trazer ao organismo infantil: “A resposta imune da criança ficará mais baixa, aumentando as chances de desenvolver infecções e processos inflamatórios. Porém, uma das doenças causadas pela sua deficiência que merece mais atenção dos pais é o raquitismo”. De acordo com a especialista, a condição fragiliza os ossos e afeta o desenvolvimento do esqueleto, o que pode causar graves deformidades ósseas. É preciso um cuidado especial, pois, se não for tratada corretamente, as mutações geradas na infância podem manter-se no estágio adulto. Até os 2 anos de idade, os pequenos podem obter a vitamina D por meio do leite materno – caso seja necessário, o pediatra pode indicar doses de suplementação. “É internacionalmente preconizado que as crianças menores de um ano recebam suplementação de 400 UI/dia, enquanto as que têm entre um e dois anos devem receber 600 UI/dia”, afirma a Dra. Fernanda. Os pais também devem ficar atentos à obesidade infantil, pois, além de desencadear uma série de problemas graves, boa parte desta vitamina fica retida na gordura corporal, o que prejudica os seus níveis no organismo. É muito importante que os pequenos sejam expostos ao sol de 10 a 20 minutos por dia – exceto nos horários de pico, quando o sol é prejudicial à pele que, nesta época da vida, é extremamente sensível. “Mesmo com protetor solar, a criança consegue obter a ativação da vitamina D. Não recomendamos a exposição solar ao meio dia, prefira os primeiros raios da manhã e no final da tarde”, explica a pediatra. ​ Fonte: Pediatra Orienta

Alimentos que nenhum ser humano deveria ingerir

Abaixo, uma de suas publicações que mais bombaram nos últimos dias, trazendo dicas preciosas sobe o alimentos que devemos descartar de nossas vidas. “Fiz uma listinha dos alimentos que NÃO recomendo a nenhum ser humano ingerir. Espero que seja útil! 1. NUGGETS: se você imagina que está comendo peito de franco a milanesa, fique sabendo que esse alimento é feito de pasta de franco adornadas por proteínas vegetais, amido de milho ou farinhas e goma. E que No Brasil, a lei exige que os nuggets sejam compostos de no mínimo 10% de proteína e de no máximo 30% de carboidratos. Além de pré frito em óleo vegetal e adicionado uma montanha de químicos para dar a liga como Guar, Xantana C35H49O29, Ácido ascórbico (ou derivados), Tripolifosfato de sódio Na5P3O10. 2. MIOJO: macarrão instantâneo é pré-cozido e pré-frito em gordura vegetal antes de ser embalado. O tempero é o campeão de glutamato monossódico e inosinato dissódico, substâncias químicas realçadoras de sabor que são altamente tóxicas e inflamatórias. 3. SALSICHAS E PEITO DE PERU: a proteína de alimentos embutidos talvez não faça sentido algum diante da carga química presente nesses alimentos. Geralmente possuem doses altíssimas de nitritos e nitratos que são altamente cancerígenos. Não se enganem, não há nada light em peito de chester light, o negócio é química pesada mesmo. 4. MARGARINA: pela milionésima vez, margarina nem chega a ser comida, é uma substancia comestível inventada pela industria para substituir a manteiga que tem o processo de fabricação mais caro e trabalhoso. Troque a margarina por manteiga, por favor!!! 5. FARINHA LÁCTEA: farinha de trigo + açúcares + conservantes. Vai dar isso para seu filho por que? 6. BOLACHA RECHEADA: farinha + gordura hidrogenada + açúcar: tudo isso vicia e muito! Já postei aqui sobre esse lamentável alimento que muitas famílias deixam à disposição das crianças diariamente. Veneno puro. Ah, bolacha maisena, água e sal, maria, clubsocial, tudo péssimo para a saúde de qualquer pessoa. 7. REFRIGERANTES E SUCO DE CAIXINHA: pra quem não sabe, um faz tão mal quanto o outro. Refrigerante, pela quantidade de glicose estratosférica em líquido e suco, pela quantidade de frutose e outros aditivos, fora a pasteurização que leva embora qualquer resquício de nutriente da fruta. 8. CEREAIS AÇUCARADOS: flocos de milho transgênico lavados em xarope de frutose e cobertos por açúcar refinado e adicionados de corantes coloridos e conservantes diversos. Quem precisa disso e ainda acha que é comida leve e saudável? 9. REQUEIJÃO (ATÉ O LIGHT). Me dei o trabalho de copiar os ingredientes do requeijão industrializado, bem diferente do creme de queijo que pode ser feito em casa e que levaria leite, creme de leite ou manteiga, e vinagre. Se o leite for orgânico e não de caixinha, a receita pode ser saudável. Mas vamos aos componentes do requeijão do mercado:Leite desnatado/integral, creme de leite, manteiga, cloreto de sódio(sal), fermento lácteo, estabilizantes difosfato dissódico e fosfato trissódico e conservadores ácido sórbico e nisina, estabilizante polifosfato de sódio (INS 452), corante dióxido de potássio (INS 202), leite padronizado reconstituído, caseinato de cálcio, pirofosfato de sódio e pirofosfato ácido de sódio, regulador de acidez ácido láctico, conservador sorbato de potássio, agente de firmeza cloreto de cálcio, regulador de acidez ortofosfato de sódio, coalho. Preciso dizer mais? 10. BARRINHA DE CEREAL: A maioria delas são ricas em açúcar e sódio e os cereais de baixa significância nutricional. É o maior engodo do mercado de alimentos dos últimos anos, pois muita gente pensa que está comendo algo super saudável! Bem, acima estão apenas citados FATOS!! A decisão por colocar esses “produtos alimentícios” (que nem dá para chamar de comida) no seu carrinho será sempre SUA, assim como as CONSEQUÊNCIAS de tal ato também serão só suas (ou de seus filhos, caso seja o responsável por suas compras). ​ Meu papel é INFORMAR sobre o que existe de melhor e também de PIOR para a sua saúde. O que cada um fará com essa informação está fora de minha alçada, embora deseje do fundo do meu coração que todos alcancem uma vida mais plena, saudável e longe de doenças. ​ Seu futuro está em suas mãos, e de mais ninguém. ​ Fonte: Revista Pazes – por Victor Sorrentino

Alimentação infantil e saúde oral em tempos de pandemia

As mudanças impostas pela quarentena impactaram os hábitos da família em todos os sentidos: rotina escolar dos filhos, horários de sono e de trabalho dos pais e, consequentemente, a rotina alimentar da casa.O que parecia provisório tem se estendido ao longo dos últimos meses e as consequências para a saúde das crianças estão vindo à tona. Queixas como ganho de peso e mudança nos hábitos de higiene e saúde oral vêm crescendo e ganhando espaço nas famílias.Os pais deixaram de fazer algumas refeições nos locais habituais e os filhos deixaram de receber alimentação no berçário, creche ou escola, sendo criada uma nova rotina de compra, preparo e oferta dos alimentos. ​ O confinamento proporcionou maior convivência doméstica e permitiu que os pais conhecessem melhor os hábitos alimentares de seus filhos; com o surgimento de tarefas associadas à compra, preparo e consumo alimentar e aumento das refeições em família. Em paralelo, a quarentena colocou as crianças frente a frente com uma nova situação, despertando sentimentos como ansiedade, tédio, mudanças de humor e solidão (pela falta das atividades escolares e físicas, dos amiguinhos e dos pais, que estão “presentes”, mas trabalhando em casa). Em muitos casos, houve mudança total da rotina diária e dos cuidados com as crianças.A criança ainda não possui conhecimento e autonomia para escolher o que é bom e necessário para o seu corpo e, nos momentos de alteração de humor, pode acabar procurando alívio no alimento. Nessas situações, é essencial que pais e cuidadores ajudem a criança a sair do “comer automático”, orientando-a na identificação de quando ela está sentindo fome e quando está saciada.Os alimentos disponíveis em casa muitas vezes passaram a servir de conforto e companhia, especialmente os ultraprocessados, caracterizados por alto apelo sensorial, praticidade, disponibilidade, durabilidade e alto teor energético. Dentre eles, destacam-se as bolachas, salgadinhos, sucos prontos, doces, chocolate, congelados, macarrão instantâneo, pipoca de micro-ondas, bolos prontos e guloseimas em geral.Sua fácil aceitação e consumo exagerado estão associados a altos teores de gordura + açúcar ou gordura + sal, que realçam os sabores; além de baixa demanda mastigatória e embalagens práticas e sedutoras, que favorecem o consumo a qualquer hora e local.O consumo regular desses alimentos predispõe crianças a um risco maior para excesso de peso, desenvolvimento da cárie dentária e da erosão dental. Atitudes simples como deixar fácil acesso à criança uma fruta cortada, picada ou descascada podem facilitar seu consumo e resgatar um hábito saudável. ​ A importância da rotina para a saúde oral ​ Nesse período é essencial que a família estabeleça uma rotina para as crianças, incluindo horários regulares de alimentação, sono, estudo, higiene pessoal e atividade física.  A criança precisa de modelos alimentares e os pais devem assumir esse papel, valorizando os momentos da refeição, sentando à mesa com acolhimento, num ambiente saudável, com uma boa apresentação dos pratos, tempo para uma mastigação adequada, conversas leves, sem cobranças e presença de TV e outras telas que possam distrair a todos. A afetividade e cuidado dos pais são essenciais no processo da alimentação infantil, assim como a manutenção dos hábitos de higiene oral, que ao final constituem-se em cuidados importantes, traduzidos como atos de amor para com as crianças.   A pandemia trouxe muitos desafios para as famílias. No início, tudo parecia difícil ou até impossível. A convivência no mesmo ambiente 24 horas por dia exige muito diálogo e criatividade e aos poucos as coisas vêm se acomodando. As famílias terão muito aprendizado com essa experiência ímpar na história da humanidade.Fonte: Grupo de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo ​

Purê de arroz com cenoura

2 colheres (sopa) de arroz cru 4 cenouras lavadas e cortadas em rodelas 1 ½ xícara de água 1 colher de margarina sem sal Coloque o arroz e a cenoura para cozinhar com a água por cerca de 25 minutos. Retire a panela do fogo e deixe amornar. Transferir para a peneira, junte a manteiga e passe tudo pela peneira até formar um purê.

Caldo de cenoura com farinha de mandioca

2 xícaras de água 3 cenouras médias 1 ½ colher de sopa de farinha de mandioca Lave e descasque cenouras e corte-as em rodelas finas. Deixe cozinhar por cerca de 1 hora, adicionando a mandioca aos poucos, mexendo de vez em quando. Deixe amornar e passe tudo na peneira.

Papinha de carne e feijão

100 g de músculo cortado em cubos 1 cenoura pequena picada miúdo 1 abobrinha pequena picada miúdo ½ xícara de couve picada ½ colher (chá) de cebola ralada ½ colher (chá) de salsa picada ½ xícara de feijão cozido 1 colher (chá) de óleo de canola 3 xícaras de água Em uma panela, refogue a cebola no óleo de canola. Em seguida, acrescente a carne e refogue-a ligeiramente. Junte a cenoura, a abobrinha, a couve e a salsa e deixe cozinhar por 20 minutos. Em seguida, acrescente o feijão cozido e deixe cozinhar até que a cenoura esteja desmanchando. Se necessário, mais água fervente. Tire do fogo, elimine os pedaços de carne e sirva morna.

Creme básico de legumes

2 copos de água filtrada 100 g  de carne Um legume e/ou tubérculo Coloque a água junto com os ingredientes na panela e cozinhe tudo junto, até que os legumes estejam bem macios. Então apague o fogo e retire a carne, pois o bebê ainda não consegue digeri-la (com o cozimento, as proteínas e sais minerais ficam na água). Passe tudo pela peneira e espere esfriar antes de oferecer ao bebê. DICA: Esta receita é considerada “coringa” para as mães de primeira viagem. Pode-se usar batata, mandioca, cenoura, mandioquinha, cará e muitos outras variações para fazer a papinha do bebê.

Como controlar as alergias respiratórias

As alergias respiratórias mais comuns em crianças e adolescentes são a rinite alérgica, caracterizada por entupimento nasal, coceira, espirro e sensação de nariz escorrendo, e a asma, que se manifesta com chiado no peito, tosse e falta de ar. Às vezes, a criança com asma só apresenta tosse persistente ou um aperto no peito após a prática de exercícios. As doenças alérgicas ocorrem principalmente em pessoas com predisposição genética. Elas apresentam vários sintomas ao entrar em contato com determinadas substâncias no ambiente, caso da poeira. Como pode ser difícil diferenciar as manifestações de uma alergia respiratória daquelas decorrentes de um resfriado, em algumas ocasiões é necessária uma avaliação médica. Na realidade, alguns fatores podem causar ou piorar as reações alérgicas, como viroses, pó (contendo substâncias liberadas por ácaros, baratas e animais domésticos) e bolor. A fumaça e os odores do cigarro também têm um papel prejudicial aqui. Poucas regiões do Brasil apresentam estações do ano bem definidas. Mesmo assim, entre março e setembro, nas regiões Sul, Sudeste e em parte do Centro-Oeste, as temperaturas médias ficam mais baixas. O frio, por sua vez, faz com que as pessoas permaneçam mais tempo em ambientes fechados, o que eleva a circulação de vírus e o contato com substâncias potencialmente nocivas. Alguns procedimentos simples ajudam a evitar a ocorrência ou a piora de sintomas de alergia nos dias mais frios. São eles: evitar aglomerações excessivas e lavar as mãos com frequência, principalmente após o contato com pessoas em lugares públicos. Também é fundamental consultar o pediatra sobre a indicação da vacina da gripe, sobretudo no caso de portadores de asma. Nas residências com crianças alérgicas, sugerimos evitar carpetes ou cortinas de pano que acumulam poeira, especialmente nos quartos. Como os ácaros se multiplicam no interior dos colchões, devemos promover uma espécie de barreira, usando capas plásticas impermeáveis — o mesmo cuidado vale para os travesseiros. As roupas de cama devem ser lavadas semanalmente com água quente (acima de 56 ºC). É prudente evitar cobertores de lã. Remover lixos, não deixar papéis acumulados e dedetizar a residência para o controle de insetos, principalmente baratas, são outras medidas a serem tomadas. Também não recomendamos que animais domésticos frequentem os quartos. Por falar neles, é imprescindível que sejam mantidos limpos, com banhos semanais. A exposição ao cigarro ou à sua fumaça precisa ser vetada. As oscilações da umidade de ar também representam um problema. No tempo seco, as defesas naturais das vias aéreas ficam prejudicadas. Daí a importância de mantê-las umidificadas e desobstruídas. Para tanto, devemos beber bastante líquido e usar o soro fisiológico nasal. Domicílios com aquecimento tendem a diminuir a umidade do ar. Nesse caso, indicamos o uso de um umidificador por períodos curtos e sempre observando a presença de bolores. Se houver aparelho de ar-condicionado, é preciso verificar, de tempos em tempos, a manutenção dos filtros. Nos locais mais úmidos, por sua vez, há o risco do aumento dos bolores. Portanto, devemos inspecionar as paredes e corrigir eventuais vazamentos e áreas de infiltração de água. Em resumo, os princípios gerais de higiene e bem-estar no domicílio são especialmente válidos no contexto de temperaturas mais baixas, época em que necessariamente as pessoas ficam mais tempo em ambientes fechados. Com esses cuidados, o convívio e o aconchego familiar poderão ser desfrutados por todos. ​ Fonte: Departamento de Alergia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.