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Higiene do sono

Instituir o que chamamos ritual de dormir: 1. Colocar a criança para dormir em horários regulares. O adolescente deve também adotar horários regulares em função da disponibilidade de sono que possui e sabendo da necessidade aumentada de sono nessa faixa etária. Se pode acordar mais tarde, por exemplo, se estuda no período da tarde, pode dormir no horário em que dorme mais rápido, mas este horário deve ser fixado. Não esperar sentir sono para ir para a cama. 2. Criar um ritual para dormir:A partir do sexto mês de vida, um ritual pode ser estabelecido para todos os bebês com boa saúde. O bebê deve receber a mamada/mamadeira na sala. Se adormecer quando recebe a mesma, segurá-lo por alguns minutos em posição sentada e levá-lo para o próprio quarto. Durante a mamada pode-se colocar um “amiguinho de dormir”, para que segure-o e aprenda a manipulá-lo – é interessante que esse amiguinho tenha um interesse tátil, como recheio de bolinhas de isopor ou orelha de cetim/gorgorão. Uma luz fraca (5 watts) e escura (azul marinho/roxa) pode ser usada como luz de presença, num canto do quarto, se for preciso atender o bebê no meio da noite.A medida que a criança fica mais desperta depois da mamada e cresce, pode-se levá-la para trocar a fralda, colocar o pijama e escovar os dentes. Uma vez no quarto, sentar-se numa cadeira ao lado da cama, colocar uma lâmpada amarela de 40 watts indireta (essas que são colocadas de trás para a frente, na cabeceira da cama ou na parede) e cantar, contar uma historinha, rezar, fazer um carinho e terminar com um gostoso beijo de boa noite e planos para a manhã seguinte.Para os maiores, pode-se introduzir uma leitura.O ritual vai se modificando conforme a criança cresce e o último item que desaparece, em geral já na puberdade, é o beijo de boa noite.O tempo do ritual deve ser sempre de 20 a 30 minutos. Isso traz segurança e ajuda a criança/adolescente a entrar no período incógnito do sono, com tranquilidade. A experiência bem sucedida será, então, incorporada como um hábito que a criança/adolescente levará para o resto da vida. 3. Em geral as mamadas noturnas não são mais necessárias a partir de 12-18 meses. 4. O ideal é que o período entre o jantar e o início do sono não seja inferior a 2 horas. 5. Não utilizar aparelhos eletrônicos – celulares, tablets, TV etc. como forma de facilitar o sono, pois todos impedem a liberação da melatonina, que é nosso neuro-hormônio facilitador e que mantém o sono. ​ Fonte: Departamento Científico de Medicina do Sono da SPSP. ​

Higiene oral na primeira infância

Para que seu filho tenha uma boca saudável, são necessários cuidados orais profissionais e caseiros. Os cuidados caseiros incluem bons hábitos alimentares e de higiene oral. A cárie dentária é uma doença causada basicamente por uma dieta de exposição frequente a açúcares. As bactérias acumuladas sobre a superfície dos dentes utilizam esse açúcar para produzir ácidos que levam à perda mineral do esmalte do dente. Portanto, para evitar a cárie dentaria duas ações são fundamentais: higiene bucal adequada e controle do consumo de alimentos contendo açúcares. Durante este Momeno Saúde serão descritos esses cuidados. Boa leitura. 1. Higiene oral Com a chegada dos pequenos, inúmeros questionamentos rodeiam as mentes dos pais e mães, entre eles, quando e como se deve higienizar a cavidade bucal. Para facilitar a compreensão, é necessário estabelecer uma ordem cronológica. Assim como a introdução alimentar, a higiene bucal vai se modificando de acordo com o crescimento da criança. Antes do aparecimento dos primeiros dentes, não há necessidade de realizar a higiene bucal. A higiene se inicia com a erupção do primeiro dente. A superfície dentaria é o ambiente ideal para a proliferação de bactérias que causam a doença cárie, portanto a higiene é essencial para evitar a sua instalação. Deve-se utilizar escova de cerdas macias e cabeça pequena com pasta de dente contendo acima de 1000 ppm de flúor, duas vezes por dia. A quantidade de creme dental vai depender da idade da criança. O fio dental também faz parte da higiene bucal nesse momento. Esses dois itens serão descritos separadamente. A responsabilidade da higiene bucal é dos pais, uma vez que a criança não apresenta, na primeira infância, coordenação motora para realizá-la de maneira eficiente. Contudo, para criar o hábito, pode-se permitir que a criança use a escova, sempre na supervisão de um adulto. Estabelecer uma rotina de cuidados com a saúde oral desde tenra idade facilita a manutenção desses cuidados até a vida adulta. ​ Fonte: Trabalho de Saúde Oral da SPSP.

Medicina do sono

Meu filho não dorme – possíveis causas A dificuldade em iniciar e/ou manter o sono é a principal queixa tanto em crianças como adolescentes. Em crianças até os três anos de idade as causas mais frequentes são: crianças que fazem associações inadequadas ao sono, como por exemplo, que dormem só quando são ninadas, ou se usam chupeta, ou se são balançadas no carrinho etc. Aleitamento materno, cólicas, ansiedade dos pais, depressão materna e eventos que podem interferir nos mecanismos do sono, como o refluxo gastroesofágico, erupção dentária, alergias alimentares, doenças comuns da infância e doenças neurológicas ou psiquiátricas podem ser fatores de risco para o problema. Outra causa é a dificuldade para estabelecer limites e a resistência para dormir, que podem estar associados a pais pouco disciplinados e permissivos, conflitos em relação à educação da criança, expectativas incorretas quanto ao aprendizado de dormir, comportamento opositor da criança e ambiente doméstico conturbado. Em crianças maiores e adolescentes pode ocorrer a insônia crônica, quando a dificuldade com o sono persiste por mais de três meses e ocorre pelo menos três vezes por semana. Rotinas de sono inadequadas, doenças médicas, problemas psiquiátricos, como depressão, uso de tabaco, álcool ou substâncias ilícitas, pouca interação com os pais e uso de equipamentos com conexão de internet favorecem o problema. Meu filho não dorme – recomendações Uma boa higiene do sono – com uma rotina de horários e rituais bem estabelecidos – é importante para se prevenir e cuidar dos distúrbios do sono. No entanto, existem algumas diferenças nas recomendações para crianças e adolescentes. Veja algumas dicas: Recomendações para crianças• Amamentar ou oferecer a mamadeira habitual na sala, em seguida fazer a higiene da noite e se preparar para dormir. Alerta: o banho antes de dormir pode estimular crianças maiores.• Estabelecer horários regulares para deitar e levantar, evitando ultrapassar 1 hora de diferença entre os dias com e sem aulas.• Compor um ritual de dormir de 20-30 minutos, no quarto, com atividades calmas como leitura, contar histórias, falar sobre as atividades do dia, fazer um carinho e terminar com um beijo de boa noite.• Não utilizar qualquer tipo de tecnologia com monitor para favorecer o sono.• Sonecas diurnas devem ser feitas logo após o horário do almoço.• Estimular passeios ao ar livre para receber sol, pois isso favorece um ritmo adequado de sono. Recomendações para adolescentes• Evitar comidas pesadas e bebidas com cafeína próximo ao horário de dormir.• Ter horários regulares para deitar e levantar, evitando ultrapassar 1 hora de diferença entre os dias com e sem aulas.• Compor um ritual de dormir de 30-60 minutos, no quarto, com atividades calmas como leitura ou ouvir música suave.• Não usar qualquer tipo de equipamento com monitor para favorecer o sono.• Sonecas diurnas de 30-45 minutos podem ser feitas logo após o horário do almoço.• Tomar sol pela manhã e fazer exercícios físicos para regular o relógio biológico e favorecer o ritmo do sono. Meu filho não dorme – quando procurar um especialista O pediatra da criança/adolescente deve ser sempre consultado quando existirem dúvidas relativas ao sono. Em alguns casos será necessária consulta com especialista. Quando existe a queixa, em crianças no primeiro ano de vida, que são muito agitadas e difíceis de consolar ou que apresentam alguma dificuldade respiratória, é recomendável que ela seja avaliada para refluxo gastroesofágico, cólicas e doenças respiratórias. Crianças e adolescentes entre um e 12 anos que apresentam ronco frequente, respiração ruidosa ou apneia (interrupção da respiração durante o sono), dificuldade para iniciar o sono, despertares frequentes, movimentos estranhos e repetitivos, que se referem a medos, que são difíceis de acalmar, que após uma noite ruim os pais notem alteração de humor, de comportamento ou dificuldades escolares também necessitam avaliação. Adolescentes entre 13 e 18 anos podem ter as mesmas queixas das crianças menores e ainda apresentarem sonolência diurna ou dificuldade em frequentar as aulas, principalmente no período da manhã. Nessa faixa etária, devem ser avaliados e orientados com relação ao evento, que ocorre frequentemente, de alteração do relógio biológico, chamado de atraso fisiológico do ritmo de sono e vigília. Como ajudar meu filho a dormir – hábitos saudáveis Nos primeiros meses de vida, o bebê deve dormir sempre de barriguinha para cima e ao lado da cama da mãe, pois ela poderá atendê-lo com mais facilidade. Até próximo do 3º mês de vida, o sono ocorre de forma cíclica, quase sempre associado à alimentação e isso de forma quase contínua nas 24 horas do dia. Entretanto, o ideal é iniciar pequenas rotinas, como quebrar a luz do quarto durante o dia e diminuir a luz e o barulho da casa à noite. Entre três e cinco meses, iniciar uma rotina com horários para se alimentar e dormir durante o dia, estabelecer um horário para o sono da noite e criar um ritual de dormir, por exemplo: banho morno, alimentação, cantiga, carinho e deixar que o bebê adormeça no próprio berço. Isso faz com que ele aprenda a voltar a dormir sozinho quando acordar no meio da noite. Assim que o bebê começar a segurar objetos nas mãozinhas, escolher um “amiguinho de dormir”, que tenha um atrativo tátil, como diferentes texturas ou enchimento rugoso para que se distraia enquanto manipula o mesmo e adormece. Conforme o bebê vai crescendo o ritual deve ser modificado, com livros de figuras, contar histórias, massagear (se ele gostar), ou orar. Utilizar uma lâmpada fraca e indireta que ilumine apenas o suficiente para a atividade escolhida. Todo o ritual deve durar entre 20 e 30 minutos e sempre terminar com o beijo de boa noite. Caso necessite atender a criança, tente ser breve, fale baixo e use frases positivas e que remetam à manhã seguinte, como: “daqui a pouco vamos acordar para brincar!” Para crianças maiores e adolescentes, deve-se incentivar a manutenção de um ritual de dormir, como a leitura, evitar o uso de TV, outro equipamento ou tecnologia nos 30 minutos que precedem o horário de dormir. O sono deve ser estimulado, pois o crescimento e

Hipertensão arterial

Hipertensão arterial na infância e adolescência A hipertensão arterial não é uma doença apenas de adultos, ela também atinge crianças e adolescentes. Estima-se uma prevalência entre 1 e 3% de hipertensão na infância, chegando até em torno de 10 a 17% na adolescência, com tendência a aumento nos últimos anos. Esse crescimento está diretamente relacionado à pandemia mundial de obesidade, por isso é importante que o pediatra procure uma causa para a hipertensão, pois ela pode ser secundária, ou seja, consequência de outras doenças. Quais são os indícios da doença e os fatores de risco?O grande problema da hipertensão na infância é que a grande maioria das crianças não apresenta sinais ou sintomas e o diagnóstico acaba sendo tardio. Por isso, é importante estar atento aos fatores de risco: sedentarismo que observamos em todas as faixas etárias, o erro alimentar caracterizado por ingestão excessiva de frituras, alimentos gordurosos e com excesso de sal, principalmente os industrializados e, entre os adolescentes, o tabagismo, uso de álcool, anticoncepcionais, anabolizantes e drogas ilícitas. As crianças e adolescentes com a seguinte associação: hipertensão, obesidade (principalmente com aumento de gordura localizada no abdome), manchas escuras com a pele mais grossa no pescoço e axilas (que chamamos de “acantose nigricans”) e alterações de perfil lipídico, apresentam o que chamamos de “Síndrome Metabólica” cujo significado é a alta probabilidade de desenvolverem diabetes e doença cardiovascular. Como prevenir a hipertensão arterial na infância Todas as crianças e adolescentes pré-hipertensos e com fatores de risco como obesidade, história familiar de diabetes mellitus tipo II, hipertensão arterial e antecedente de desfechos cardiovasculares em parentes de primeiro grau devem seguir uma dieta saudável e praticar atividades físicas regulares da mesma forma que orientamos o tratamento não medicamentoso. Muitas vezes devem ser encaminhados a um nutricionista. Além disso, os adolescentes devem ser orientados quanto ao risco do tabagismo, uso de álcool, anticoncepcionais, drogas ilícitas e anabolizantes. O diagnóstico precoce da hipertensão arterial em crianças e adolescentes é fundamental para que se evitem complicações futuras. A dinâmica da família e a participação de todos os que residem na casa, principalmente no que se refere à mudança de hábitos dietéticos e à motivação mútua para o abandono do sedentarismo, são essenciais para o sucesso do tratamento. ​ Fonte: Departamento Científico de Nefrologia da SPSP.

Anemia

Anemia: o que é? Qual a causa? A anemia ocorre quando há diminuição do número de glóbulos vermelhos ou da hemoglobina. A hemoglobina é uma proteína encontrada no interior dos glóbulos vermelhos e é responsável pelo transporte de oxigênio no organismo. Os valores de hemoglobina e glóbulos vermelhos são variáveis de acordo com a idade. Existem vários tipos de anemia, que pode ser adquirida ou hereditária. A causa mais frequente em crianças e adolescentes é a falta de ferro. Atinge pessoas de todas as idades, sendo os grupos mais vulneráveis as crianças até os 2 anos, adolescentes na fase de crescimento e gestantes. A falta de ferro ocorre principalmente como consequência de dietas inadequadas, com baixa ingestão de alimentos ricos em ferro; ou ainda na perda de sangue, doenças em que há dificuldade de absorção do ferro e nos períodos de crescimento acelerado. Sintomas, diagnóstico, tratamento Quais os sintomas da anemia?As manifestações clínicas encontradas na anemia são: vontade de comer alimentos e coisas diferentes (arroz cru, tijolo, terra); cansaço fácil; alterações da rotina do sono, como sonolência, agitação e irritabilidade; unhas fracas; queda de cabelos, dificuldade de concentração, baixo rendimento na escola e nas atividades físicas. Como se faz o diagnóstico?O diagnóstico é baseado na história clínica, exames físicos e laboratoriais, como hemograma e dosagens de ferro circulante e reservas (ferritina). Tratamento da anemiaO tratamento da anemia visa corrigir a falta de ferro por meio de medicamentos à base de ferro, além de controlar e tratar a sua causa. O tempo de tratamento pode variar de 3 a 6 meses. Estes medicamentos levam ao escurecimento da cor das fezes; além de poder causar prisão de ventre e escurecimento dos dentes, que desaparece quando se suspende a medicação e se higieniza adequadamente. Não estragam a dentição. Prevenção: em quais alimentos encontro o ferro? Além da medicação, é importante a correção dos hábitos alimentares: ingerir carnes, frutas, verduras e legumes com frequência, obedecendo os horários das refeições, não exagerar na quantidade de leite e derivados e evitar guloseimas. A prevenção da deficiência de ferro tem início na gestação, com um pré-natal adequado e suplementação de ferro e ácido fólico. Uma boa assistência ao parto e ao recém-nascido, incentivo ao aleitamento materno, suplementação preventiva de ferro a partir do desmame, manutenção de dietas adequadas a cada faixa etária. O ferro é encontrado nas carnes de boi, frango, peixes; vísceras (fígado), ovos, feijão, folhas verde escuras. A absorção de ferro é melhor quando associada à ingestão de alimentos ricos em vitamina C, como frutas cítricas. A anemia por falta de ferro é um problema de saúde pública e deve ser combatida com a educação alimentar, boa assistência no pré-natal e manutenção ou tratamento até a correção das reservas de ferro no organismo. ​ Fonte: Departamento Científico de Hematologia e Hemoterapia da SPSP

Sífilis congênita

Sífilis congênita: o que é? A sífilis congênita é uma infecção que resulta da disseminação do Treponema pallidum, da gestante infectada e não tratada ou inadequadamente tratada, para o seu filho. Essa disseminação se dá principalmente por via sanguínea, através da placenta. A gestante infectada pode transmitir a sífilis para o seu bebê em qualquer fase da gestação, mas a probabilidade varia com a fase da doença e o tratamento realizado, sendo tanto maior quanto mais recente a infecção, variando de 30 a 100%. A contaminação também pode ocorrer de forma direta, no canal de parto, se existir lesão genital na mãe. O aleitamento materno não transmite o Treponema pallidum, a menos que exista lesão mamária por sífilis. A sífilis congênita possui estratégias de prevenção bem definidas, bem como tratamento efetivo e de baixo custo disponível. No entanto, tem ocorrido aumento expressivo da doença nos últimos anos, e ela continua sendo um dos grandes desafios para as políticas públicas de saúde.A infecção do feto pode resultar em aborto espontâneo, natimorto, nascimento prematuro ou de baixo peso. Os recém-nascidos acometidos podem apresentar sintomas ao nascimento ou tardiamente, em geral nos primeiros três meses de vida, podendo surgir até os dois anos (precoce) ou após esse período (tardia). Os sintomas podem envolver diversos órgãos e sistemas, desde pele, órgãos internos até sistema nervoso e ossos, podendo resultar em sequelas que perduram por toda a vida. A importância do pré-natal na prevenção da sífilis congênita A sífilis congênita ocorre em recém-nascidos de mães que apresentam sífilis durante a gestação. A transmissão pode ocorrer em qualquer fase da gestação ou estágio da doença materna, sendo que a probabilidade de sua ocorrência vai variar, principalmente, com o tempo de exposição do feto e do estágio clínico da doença da mãe. Assim, quanto mais recente a infecção materna não tratada, maior o risco. Os fatores associados com alto risco de a gestante contrair sífilis são: ausência ou inadequação de pré-natal, gestante adolescente, uso de drogas ilícitas, múltiplos parceiros sexuais, história de outras doenças transmitidas sexualmente na gestante ou parceiro sexual e baixo nível socioeconômico e cultural. Para diminuir o risco de sífilis congênita é de extrema importância realizar um bom pré-natal, desde o início da gravidez. A assistência pré-natal deve ser oferecida a todas as gestantes, com no mínimo seis consultas de atenção integral qualificada. Na primeira consulta deve-se realizar um exame de sangue para verificar se a gestante é portadora da sífilis e repetir no início do 3º trimestre de gestação. Nos casos em que o exame confirme o diagnóstico de sífilis, deve ser realizado o tratamento com penicilina na gestante e em seu parceiro sexual. Isso pode evitar a passagem da doença para o feto prevenindo sífilis congênita. É fundamental que a gestante realize todos os exames solicitados durante o pré-natal e seja esclarecida sobre os resultados e a necessidade de tratamento. Qual é o tratamento da sífilis congênita? Antes de pensar no tratamento da sífilis no recém-nascido devemos salientar que podemos evitá-la se a mãe com a doença receber o tratamento adequado. O tratamento é realizado na gestante, com injeção intramuscular de penicilina, uma dose por semana durante três semanas. Muito importante: também no parceiro, com uma aplicação, na maioria dos casos. Nos casos em que a gestante não sabia que era portadora da doença – ou ela e o parceiro não fizeram o tratamento adequado – o bebê pode ter sífilis congênita. O tratamento do recém-nascido deve começar o mais rápido possível, de preferência durante a internação na Unidade Neonatal. Para o tratamento da sífilis congênita no bebê é recomendado o uso de penicilina também, mas por mais tempo. Dependendo dos exames da mãe e do recém-nascido, a duração pode ser de até 10 dias, por via endovenosa, como o bebê internado. Se for tratado de forma correta o bebê tem grande chance de se curar completamente e evitar as complicações da doença. Após a alta hospitalar, o bebê deverá ser encaminhado para acompanhamento ambulatorial especial. ​ Fonte: Departamento Científico de Neonatologia da SPSP

Estrabismo

Estrabismo em crianças O que é?Estrabismo é a falta de alinhamento entre os olhos. Enquanto um dos olhos aponta para frente, o outro olho desvia para dentro, para fora, ou no plano vertical. A criança com estrabismo pode manifestar o desvio de forma constante ou episódica. Por que acontece?Estrabismo não é raro em crianças e resulta de um problema no controle do movimento ocular. A via responsável por esse controle tem início no cérebro, seguindo pelos nervos e atingindo os músculos dos olhos. Qualquer anormalidade nesta via pode resultar em estrabismo. Pode haver um componente familiar, no qual vários membros da família têm problema semelhante, ou pode aparecer em crianças sem nenhum histórico familiar. Como é feito o diagnóstico? Por vezes, nos grandes desvios, qualquer pessoa consegue ver que um dos olhos está desviado, mas é na avaliação ortóptica que se avalia a força e a interação dos músculos e que se confirma o diagnóstico de estrabismo. Deve ser salientado que os pequenos desvios são tão nocivos quanto os grandes e que algumas condições, como o epicanto (uma prega de pele da pálpebra superior), levam ao falso aspecto de estrabismo. Tratamento O objetivo do tratamento é promover o alinhamento para que os dois olhos apontem para a mesma direção e assim possam trabalhar juntos promovendo a visão de profundidade. Existem diferentes formas de tratamento, que são indicadas conforme o quadro clínico, e podem ser aplicadas individualmente ou de forma combinada:• Prescrição de óculos de grau que neutralizam total ou parcialmente o desvio ocular.• Óculos com prismas para aliviar o sintoma de visão dupla se presente.• Prescrição de exercícios para fazer em casa.• Correção cirúrgica. Como é feita a cirurgia? Uma pequena abertura é feita na conjuntiva (membrana que recobre o olho) para acessar um ou mais dos seis músculos oculares. Os músculos são, então, reposicionados na parede do olho, com procedimentos para fortalecê-los ou enfraquecê-los, de modo a criar um novo equilíbrio de forças que alinha os olhos. A anestesia geral e a alta no mesmo dia é a regra. A recuperação é rápida e a criança retorna à escola em poucos dias. Depois da cirurgia a criança deixa de usar os óculos?A cirurgia corrige o alinhamento ocular, mas não o grau para óculos. Muitas crianças continuam a usar os óculos depois da cirurgia. ​ Fonte: Departamento Científico de Oftalmologia da SPSP

Novas recomendações da Dra. Mônica Picchi contra o SARAMPO

Quem deve se vacinar: ​  Crianças a partir de 6 meses até 1 ano de idade; ​  Todos entre 15 a 29 anos devem tomar a vacina, independente do seu histórico vacinal. ​ Contra indicado para: ​ Menores de 6 meses; Gestantes; Pacientes portadores de doenças imunossupressoras. ​ O que é o sarampo? O sarampo é uma virose – um vírus com genoma RNA (paramyxovirus do grupo morbilivirus). Como a maior parte das doenças de disseminação respiratória, o sarampo era bem mais comum no inverno pela maior aglomeração de pessoas.  ​ Quais os sintomas? Tosse, coriza, conjuntivite e febre. Após poucos dias da contaminação aparece o típico exantema (erupções avermelhadas na pele) do sarampo, que iniciam no tronco. O exantema não coça e dura pouco mais que uma semana. Bem no começo do exantema aparecem manchas brancas muito típicas nas mucosas, mais fáceis de ver na mucosa oral – as manchas de Koplick. ​ Prevenção A prevenção é com vacina. A vacina do sarampo é extremamente efetiva e tem poucos riscos.  ​ Riscos e complicações O sarampo pode levar a várias complicações. A mais comum é a pneumonia bacteriana – principal responsável pela morte de crianças desnutridas. As complicações neurológicas, no entanto, assustam mais. Além de algumas agudas, como encefalite transitória, há uma encefalite crônica que sempre evolui mal e para o óbito. Ela ocorre anos depois do sarampo e é resultado da persistência do vírus no sistema nervoso central. É rara, mas assustadora. Em adultos o sarampo é ainda mais grave. O diagnóstico é mais difícil e há uma pneumonia não bacteriana, pelo vírus do sarampo mesmo, que pode ser muito grave. ​ Transmissão A transmissão ocorre por gotículas respiratórias e a doença é muito contagiosa. 90 % das pessoas suscetíveis adquirem sarampo ao entrar em contato com alguém contaminado. A doença dá imunidade definitiva: só se tem sarampo uma vez. O sarampo é contagioso dois dias antes de o exantema surgir e até cinco dias depois. ​ Tratamento O tratamento é sintomático e das complicações tratáveis, como a pneumonia. Não há tratamento antiviral específico. ​ Segue abaixo nota da  Secretaria Municipal da Saúde da cidade de São Paulo 24/07/2019 ​ A Secretaria Municipal da Saúde da cidade de São Paulo realiza atualmente uma Campanha de Vacinação contra o Sarampo. O público-alvo da ação é: – Todas as crianças entre 6 meses e 11 meses e 29 dias devem ser vacinadas durante a campanha, e essa vacina não será válida para a rotina, devendo ser agendada uma nova dose aos 12 meses de idade, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. — Todas as pessoas entre 15 e 29 anos devem ser vacinadas indíscriminadamente, independente do número de doses anterior. – Profissionais da saúde também estão no foco desta campanha. E precisam ter duas doses da vacina. A Campanha de Vacinação que inicialmente seria finalizada em 12 de julho foi prorrogada até 16 de agosto. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal no público alvo da campanha. A adesão à vacinação é fundamental para conter o surgimento de novos casos da doença na capital. Com a ampliação do prazo, São Paulo passa a fazer parte da Campanha Intermunicipal de Vacinação Contra o Sarampo, que incluiu as cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Osasco e Guarulhos, todas na região metropolitana de São Paulo foram definidas como locais prioritários para a vacinação. A tríplice viral é fornecida ao município pelo Programa Nacional de Imunizações, por meio da Secretaria de Estado da Saúde e está disponível durante todo o ano na rede municipal de saúde. A vacina deve ser aplicada em duas doses a partir de um ano de vida da criança até 29 anos de idade. Pessoas de 30 a 59 anos (nascidos a partir de 1960) devem receber uma dose. A vacina é contraindicada para mulheres grávidas e indivíduos imunossuprimidos. Fonte: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/

Cólicas no primeiro ano de vida

Cólica: o que é e quais os sinais As clássicas cólicas do lactente se destacam em prevalência, variando de 10 a 30% em todo o mundo. Refere-se ao choro súbito, inexplicado e inconsolável (que não responde às medidas habituais de conforto), que costuma ocorrer a partir da segunda semana de vida, sendo a sexta semana a fase do pico de choro do lactente, durando até os três meses de idade. A cólica típica se manifesta como uma crise de choro forte, agudo, estridente e “em crescendo”, acompanhada de face mais avermelhada ou contraída, as mãos ficam apertadas, as coxas ficam fletidas sobre o abdome (o famoso encolhimento de pernas do bebê). Com frequência ocorre a eliminação de gases, que parece trazer um alívio temporário para a crise. Esse choro persiste por algum tempo, cessa espontaneamente, mas pode retornar logo a seguir, quando a cólica volta a ocorrer. Todas estas manifestações representam uma crise de dor que ocorre mais frequentemente entre 18 e 22 horas. Na prática, então, a cólica é frequentemente caracterizada apenas pelo choro sem motivo aparente, que ocorre em crianças saudáveis com ganho de peso e estatura dentro do esperado. Quais as causas Nenhum fator isolado explica a cólica do lactente, podendo ser uma variante normal e estar relacionada à imaturidade fisiológica. Pode também resultar de um distúrbio no binômio mãe-filho, em que a angústia e ansiedade maternas geram estresse e inquietação no bebê, interferindo no momento da amamentação. Outras causas podem ser: técnica incorreta de amamentação, que resulta em aerofagia (criança engole ar); distonia neurovegetativa, resultando numa motilidade intestinal alterada, com aumento do peristaltismo e da pressão retal. O excesso de gases – que gera flatulência e distende as alças intestinais provocando as cólicas – também pode ser atribuído a uma má absorção fisiológica e transitória da lactose. Para lactentes em aleitamento artificial, o preparo incorreto da fórmula é uma causa importante. O que fazer e como tratar Diante deste momento de choro inconsolável, que traz aos pais um sentimento de frustração e impotência, o mais importante é manter a calma e ter muita paciência para poder ajudar o bebê a passar por esse período. Algumas intervenções comportamentais podem ser eficazes no manejo das cólicas: aconchegar a criança para junto do corpo, intercalando com exercícios de massagem no abdome e movimentos com as pernas “tipo pedalar uma bicicleta”. Além disso, a redução de estímulos como “chacoalhar” e diminuir o nível de barulho no ambiente também ajuda a reduzir a frequência e a intensidade do choro. Corrigir a técnica de amamentação, propiciando uma pega adequada do seio materno e a não deglutição de ar, bem como o correto preparo e diluição da fórmula láctea, em caso de bebês não amamentados exclusivamente, também são intervenções importantes. Em alguns casos, a intervenção na dieta pode ser efetiva, com exclusão temporária da proteína do leite de vaca da dieta materna em lactentes em aleitamento materno. Já quando o bebê estiver em uso de fórmula láctea, a troca por fórmulas parcialmente hidrolisadas ou com baixo teor de lactose, pode ajudar. A intervenção farmacológica deve ser discutida caso a caso com o pediatra que acompanha o lactente. A Dimeticona é um óleo inerte que quebra as bolhas de ar, reduzindo a flatulência e o uso de analgésicos comuns pode ser necessário. Quando não se tratar da clássica cólica do lactente Fora dessa faixa etária, principalmente após o sexto mês de vida, quando há a introdução da alimentação complementar, as cólicas ainda podem ocorrer com intensidade e frequência diferentes, dependendo da causa. A introdução da alimentação complementar por si só pode causar cólicas devido a adaptação do organismo a esses novos alimentos apresentados. Além disso, a ingestão excessiva de alimentos, bem como de alimentos impróprios para essa fase, como salgadinhos e guloseimas, pode provocar desconforto tanto intestinal quanto gástrico. Verminoses, incomuns nessa idade, podem ocorrer por falta de higiene no preparo dos alimentos e na falta de fervura da água oferecida à criança. Infecções, tanto por vírus quanto por bactérias, também podem acometer o bebê, porém costumam estar associadas a outros sintomas (vômitos, diarreia, febre). A constipação intestinal, ou intestino preso, pode ter a cólica como sintoma importante, associada a dificuldade para evacuar. Pode ser causada por uma dieta pobre em verduras, legumes e frutas, além da baixa ingestão de água. Todos os casos devem ser avaliados e orientados individualmente pelo pediatra, o melhor profissional para acompanhar as crianças em todas as fases da vida. ​ Fonte: Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP.

O Ovo é um aliado ou vilão?

Quando falamos em ovo sempre há uma polêmica: o ovo faz bem ou faz mal? O ovo é considerado o segundo alimento mais completo de todos, perdendo apenas para o leite materno no quesito de nutrientes, porque ele é rico em aminoácidos, cálcio, sódio, iodo, selênio, colina e vitaminas (A, B, D e E), trazendo inúmeros benefícios à saúde.Entretanto, muita gente também conhece a famosa associação do ovo com o colesterol, o que conferiu ao alimento um verdadeiro status de vilão da nossa alimentação. Benefícios do ovo Além de sua composição natural com diversos nutrientes essenciais, o ovo pode favorecer muitos aspectos de nosso desenvolvimento físico e mental, podendo nos ajudar a ganhar músculos e perder gordura.O ovo pode ser consumido de várias maneiras, e é fácil de ser preparado. Vejam alguns benefícios de se ingerir ovos:  Emagrecimento Os ovos são ricos em albumina, uma proteína de digestão lenta. Isso faz com que a pessoa se sinta satisfeita de forma mais rápida e sacie a fome com poucas calorias. Além disso, ele também promove a formação da musculatura magra e diminui a gordura no corpo.• Bem-estarUm dos maiores benefícios do consumo de ovos é a sensação de bem-estar, porque o alimento possui o triptofano, matéria-prima da serotonina. Essa substância é conhecida como o hormônio da felicidade, estando ligado ao prazer e realização pessoal.• Desenvolvimento das criançasO ovo é uma alternativa econômica e altamente nutritiva. Por isso, quando faz parte da alimentação das crianças, ele estimula o crescimento e evita a desnutrição.• Melhora da visãoA presença de carotenóides no ovo também traz muitos benefícios para nossa visão. Isso porque essas substâncias têm efeito antioxidante e protegem os olhos dos efeitos da luz ultravioleta.E quanto ao colesterol?Mesmo com tantos benefícios, o ovo foi acusado de ser um vilão do nosso colesterol. Mas esse fato foi contestado por muitos especialistas e pesquisas científicas. O ovo não afeta realmente o colesterol se for ingerido até 5 vezes por semana – cozido, de preferência. Na verdade, o alimento só têm impacto no colesterol nos casos em que o paciente sofre de hipercolesterolemia genética.Um ovo tem o valor médio de 178 miligramas de colesterol por unidade, uma quantidade considerada razoável. Em contrapartida, a gordura trans e o excesso de carboidratos são os maiores responsáveis por aumentarem o LDL, conhecido como colesterol ruim, ao longo tempo.Salmonela no ovoO maior risco no consumo de ovos esta relacionado a contaminação com a bactéria salmonela, que causa uma séria infecção intestinal.Portanto, não é recomendado o consumo de ovo com gema mole (crua) – especialmente no caso de ovos sem procedência conhecida. O cozimento da gema é capaz de matar a bactéria e acabar com qualquer perigo à nossa saúde.Como qualquer alimento, o ovo também exige alguns cuidados no manuseio e armazenamento para não oferecer nenhum risco ao ser humano. Por isso, é importante comprar ovos de origem confiável e garantir que o alimento esteja fresco na hora do consumo.Fonte: Site Minha Vida